15 Tendências para Redes Sociais em 2014

15-TENDENCIAS

1) Facebook é mídia. E esta só potencializa a informação com verba. A sua campanha sempre terá que ter uma verbinha para otimizar seus posts, do contrário, pouca gente vai ver.

2) A rede social de 2014 será o Google+, certamente. A rede acaba de lançar uma série de novidades e uma delas é a possibilidade do usuário editar seus vídeos na própria plataforma. Quer coisa melhor para humanizar uma marca?

3) Grupos no LinkedIn: não basta ter um perfil. As empresas estão criando grupos para realmente conversar com seus públicos.

4) Missão no Instagram com vídeos. Você já deve ter escutado sobre Instamission (missão fotográfica proposta pelas marcas aos seus consumidores através de fotos) certo? Pois bem, agora a onda é pedir para o usuário gravar vídeos em campanhas através de hashtags.

5) MySpace voltou com tudo. E o melhor: otimiza a sua marca no Google.

6) Web é imagem e o trabalho dos designers ganha ainda mais força. O melhor amigo do social media é este profissional.

7) Painel no Pinterest otimizado. Transforme seus serviços em paineis do Pinterest, eles otimizam muito a sua marca no Google.

8) Copa do Mundo: alguém duvida que o Brasil vai estar no topo das redes sociais em 2014 por causa dela? Vá pensando em como a sua marca vai se posicionar.

9) Conteúdo mobile: o seu cliente acessa a sua fanpage de qual plataforma? Lembre-se de adaptar o conteúdo para esta plataforma.

10) Twitter apenas como SAC. Tristes com o engajamento baixo, muitas empresas estão deixando claro que optarão pelo Twitter apenas como canal de atendimento e relacionamento com o consumidor.

11) Retargeting: colocar anúncios nas mídias sociais baseando-se na interação dos usuários com o seu site é efetivo e dá resultados.

12) Pesquisa de mercado através de redes sociais. É mais barato que pesquisas convencionais e você consegue, por exemplo, ver a recepção de sua marca em determinado público/região a partir de anúncios no Facebook.

13) Agências produtoras. O YouTube já é o segundo buscador mais acessado do mundo.Faça vídeos! As agências digitais terão duas alternativas: fazer parcerias com produtoras de vídeos ou oferecer este serviço.

14) TV, comerciais e as hashtags. Já notou que agora a maioria dos programas de televisão lançam as suas hashtags? É a forma de ver a repercussão ao vivo de um fato/capítulo. As marcas também passarão a usar este apelo em seus comerciais na TV.

15) Bate-papo em todas as redes. Acuado pelo Snapchat, Instagram quer lançar ferramenta de bate-papo. E não duvide que o Pinterest e o Foursquare vão fazer o mesmo.

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O conteúdo é o rei e o relacionamento a rainha

Saiba porque o contéudo é o protagonista na hora de se relacionar nas mídias sociais. E quais são as marcas campeãs de engajamento na rede social com maior audiência.

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No momento da ativação de perfis nas mídias sociais surge um protagonista: o conteúdo. Cada mídia social exige um conteúdo segmentado, adequado para aquela plataforma. O usuário pode possuir perfis em diferentes plataformas, mas ele quer receber informações adequadas para cada uma delas.

Ao produzir o conteúdo é importante saber sobre o comportamento do usuário. Por exemplo, por que as pessoas curtem uma marca no Facebook? O levantamento do eMarketer (2011) mostrou que, para os usuários dessa mídia social, as razões mais comuns para se curtir a página de uma marca é a lealdade (49%) – público fiel, o desejo de acompanhar notícias sobre produtos (46%) – interesse contextual, e a busca por recompensas (46%) – público que não é fiel. Sobre o melhor caminho para que os consumidores tornem-se leais, a pesquisa revela que consultas e reclamações sendo atendidas 24 horas por dia, durante os sete dias da semana foi a principal razão para se manterem leais (34%), recompensas por compras e feedbacks ficaram na segunda colocação (20%).

Além de comportamento, é indispensável prestar atenção no EdgeRank. Ele é um algoritmo utilizado pelo Facebook para definir quais atualizações serão mostradas no Feed de Notícias dos usuários, baseado em três fatores: afinidade entre usuário e fan page, peso (interações da publicação) e data da publicação. Ou seja, se você não pensa o seu conteúdo para Facebook de forma estratégica, você pode estar falando sozinho. Os números mostram porque você deve pensar no EdgeRank: os usuários estão de 40 a 150 vezes mais propensos a consumir o conteúdo de uma marca no Feed de Notícias do que visitando uma fan page. E como os usuários reagem ao tipo de mídia postada? Veja abaixo:

  • Postagens com imagens conseguem 22% a mais de engajamento em relação a postagens com vídeos;
  • Postagens com imagens possuem 54% a mais de engajamento em relação a postagens de texto ;
  • Porém, postagens com vídeos têm 27% a mais de envolvimento em relação a postagens de texto.

Outra dica importante é não tornar-se um flooder. Ser um flooder é inundar o feed de notícias do usuário. Outras atitudes que geram unlike são excesso de propaganda, tédio, quando o interesse é pontual (promoções) e falta de adequação.

Depois de pensar o seu conteúdo, preocupe-se com a forma como você irá manter o relacionamento com os usuários. As dicas básicas nesse momento são: não seja intrusivo demais, não seja frio demais, não deixe as pessoas falando sozinhas, responda somente o que for perguntado, não ignore as informações que as pessoas estão lhe dando, assuma o erro, nunca delete posts de usuários. Existe espaço nos perfis corporativos para redigir “regras de uso”, liste que tipo de mensagens não serão permitidas, como: propaganda, pornografia e ofensas pessoais. Descrever as regras de uso é uma maneira de se proteger de alguns usuários mal intencionados. Contra eles os perfis nos trazem a possibilidade de, além de excluir posts, excluir usuários e até baní-los. Porém, só faça isso em último caso. Nunca use esses recursos para se livrar de possíveis problemas. Para resolver problemas a melhor forma é ser transparente e mostrar interesse em solucioná-los.

Utilize o espaço que as mídias sociais dão a você e a sede de informação dos usuários para falar sobre o seu produto. Para isso, tenha uma linguagem definida e constante, um perfil corporativo não pode ter mau humor. Faça perguntas e enquetes, faça uso de jogos sociais e aplicativos e não esqueça: a internet transformou-se em um ambiente colaborativo, faça isso tudo junto com os seus fãs e seguidores.

A fase que permeia todas as outras é o Monitoramento. Monitore, pois só assim você irá melhorar e atender as demandas do seu público. O público nos dá os caminhos que temos que seguir. É através do monitoramento que você irá verificar o tipo de relacionamento estabelecido e traçar novas estratégias de atuação.

Um infográfico da GraphMonitor  traz as marcas que mais se destacaram no Facebook Brasil no decorrer de 2012 quando o assunto é audiência e engajamento. Dos mais de 83 milhões de brasileiros conectados, cerca de 75% estão inseridos na rede, segundo dados do Ibope Nielsen Online.

A Brahma Futebol foi a marca que mais conquistou fãs no ano passado, com um crescimento de 186%, e também foi a campeã de engajamento. Já a capital que mais possui usuários conectados ao Facebook foi São Paulo, como era de se esperar pelo número populacional. Rio de janeiro vem logo atrás.

Confira esses e outros dados no infográfico abaixo:

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fonte: blog Pinceladas Digitais

Os principais erros das empresas nas redes sociais e o comportamento dos internautas

Olhar para os deslizes já cometidos e conhecer o comportamento dos internautas nas redes sociais, pode ajudar as empresas a não cometer os mesmos erros

Antes de iniciar a atuação da sua empresa em mídias sociais, é importante analisar o que concorrentes e empresas em geral já realizaram nesse meio. Além de apontar caminhos a serem trilhados, essa análise pode ajudar a aprender com as falhas já cometidas por outros empresários.

5 pecados das pequenas empresas nas redes sociais

Confira abaixo os principais erros cometidos por empresas em mídias sociais:

1. Falar antes de escutar
Tem algo para dizer? Escute antes o que seu público está falando. Um trabalho de monitoramento prévio no início de sua ação vai ajudar a fundamentá-la e entender a linguagem de seu público. Entender como sua empresa é vista e falada em redes sociais é o primeiro passo para uma estratégia bem sucedida.

2. Ser egocêntrico
Seus consumidores não vão curtir sua página no Facebook para ouvir você detalhar as maravilhas dos produtos e serviços que sua empresa oferece. Não fale apenas de si mesmo. As pessoas estão interessadas em conteúdos e experiências. Encontre uma causa ligada ao negócio de sua empresa e aos interesses de seu público e poste conteúdos inspiradores como fotos, imagens e notícias.

3. Intrometer-se em conversas
Ao monitorar redes sociais, você vai encontrar diversas oportunidades de diálogo. Aqui, vale a etiqueta utilizada no cotidiano: você não pode interromper uma conversa entre um grupo de pessoas para anunciar seus serviços.

4. Ser arrogante
As mídias sociais deram grande poder ao consumidor, que pode facilmente tornar pública a má experiência com uma marca. Sua empresa deve aprender a reconhecer erros publicamente e ser humilde.

5. Não ter regularidade
Ser inconstante na publicação de conteúdo é um erro comum. É o caso de empresas que postam cinco conteúdos em 15 minutos e depois ficam dois dias sem falar nada. Determine uma frequência para seus posts e esquematize dias e horários para publicação dos conteúdos.

Para poder se comunicar com seu público nas mídias sociais, você tem que conhecer seus comportamentos. Veja o infográfico que aponta o comportamento dos internautas nas redes sociais:

comportamento_redes_sociais

fonte: exame abril

6 indícios que as mídias sociais estão evoluindo

As mídias sociais vem ganhando espaço nas ações de marketing. Entenda porque essa tendência é crescente e porque as mídias sociais estão evoluindo.

Nós estamos nesse jogo social há algum tempo. Eu, você e um monte de empresas. Vimos as mídias sociais crescerem a partir de um fenômeno do crescimento de um canal de comunicação.

E nós também estávamos lá no surgimento do Pinterest, a adoção do Twitter e o seu papel no relacionamento com consumidores e também no aparente redesign da parede do Facebook na timeline que conhecemos hoje.

Em um canal em que as mudanças acontecem tão rapidamente não é difícil ser atraído para uma análise sobre aonde estamos e para onde estamos indo. Nesta rodada mais recente de reflexão, estamos sendo metralhados por inúmeras tendências.

Então, vamos dar uma olhada em como a mídia social está mudando para melhor…

#1. A mídia social vem ganhando peso como ferramenta de vendas

A mídia social sempre teve o pé firme como uma ferramenta de marketing e comunicação.

Mas, cada vez mais as equipes de vendas estão encontrando maneiras de incorporá-la em seus processos de vendas e, aqueles que o fazem estão vendo resultados bem impressionantes.

Em uma conversa com o HubSpot o vice-presidente e auto-proclamado vendedor reformado da Kurlan e Associados, Frank Belzer notou que dedica tempo diário para a criação de conteúdo em mídias sociais.

As vendas devem colaborar com o conteúdo e construir uma reputação de liderança de pensamento. A criação de conteúdo e mídia social devem ser incorporados à bonificações de vendas.

Responder uma pergunta nas mídias sociais recentemente, não apenas levou o fundador do KISSmetrics, Hiten Shah conseguir uma venda para a sua empresa, como também lhe rendeu alguns elogios no blog do cliente.

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As mídias sociais têm papel influente nas vendas se você souber dialogar com os usuários.

Como as empresas podem usar as mídias sociais como ferramentas de vendas

  • Configure alertas e monitoramento: Hiten Shah não apareceu para responder apenas as dúvidas de um usuário. Ele provavelmente tem alguma ferramenta de monitoramento de mídias sociais e alertas criados para notifica-lo das conversas que acontecem em torno da sua empresa e do mercado.
  • Mantenha a mídia social útil: Trate o social como um canal de promoção e você vai assustar o público. Em vez disso, defina o tempo para interagir com as pessoas e compartilhar conteúdo útil.
  • Use a inteligência das mídias sociais em suas chamadas de vendas: antes de se dedicar às ligações para os leads, certifique-se que você está ciente do conteúdo que eles compartilham nas mídias sociais.

#2. As mídias sociais são vistas cada vez menos como um jogo

A mídia social cresceu ao lado de outros canais de marketing e, com exceção do compartilhamento social, permaneceu como um canal isolado.

As interações de usuários com as suas publicações nas mídias sociais tem tanto a ver com as suas decisões de compra como a maneira com que eles se comportam no seu website ou na troca de e-mails.

Sendo assim, seja por marcação de cada ação social, com um código de rastreamento, ou através do mais avançado software integrado, mais e mais empresas estão encontrando maneiras de extrair dados de mídias sociais para dentro da estratégia de marketing.

Parte dessa tecnologia exige uma mudança técnica, enquanto a outra exige uma mudança cultural.

A mudança técnica

Plataformas de marketing foram construídas para integrar todos os seus canais de marketing na mesma visão.

Usando uma única plataforma de software para gerenciar cada um de seus canais é possível reduzir falhas de comunicação e permitir visualizar a contribuição de cada canal no resultado final.

A mudança cultural

Certifique-se que toda a sua equipe está escutando ativamente os prospects e clientes nas mídias sociais.

Estabelecer uma prática padrão de como as dúvidas são respondidas e que a notificação interna precisa acontecer como resultado de cada interação.

#3. As empresas estão olhando além do ROI

No início o engajamento foi a única métrica que interessava. Na ausência de quaisquer outras métricas, o engajamento tornou-se a principal forma de marketing avaliado no sucesso nas mídias sociais.

Hoje as coisas estão muito diferentes

A tecnologia foi transformada em necessidade de marketing para uma melhor maneira de avaliar o ROI e muitas empresas estão começando a evoluir a medição das mais superficiais métricas de mídias sociais, como cliques, retweets, e likes em métricas de monitoramento que estão ligados entre si.

A integração entre plataformas é capaz de reorientar a estratégia de geração de leads das empresas através da mídia social.

#4. A busca social está se tornando realidade

Busca social é um termo em evolução para a maneira com que os motores de buscas estão considerando os dados de um usuário nas mídias sociais para os resultados que obtêm com as consultas.

Os marqueteiros começaram a tomar nota sobre a busca social com o desenvolvimento do Google+ e do lançamento das buscas sociais do Bing no ano passado.

Mas a tendência de busca social continuou a ter mais atenção ainda. No início de janeiro o Facebook a Graph Search, um buscador que usa os sinais sociais para elevar os resultados mais relevantes.

Comece a usar etiquetas de autoria em seu conteúdo

As etiquetas de autor podem ajudar o seu conteúdo a se destacarem em resultados de pesquisa do Google. Para começar a tag Google Author, vá para a página de configurações de autoria do Google.

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Google Author é uma importante ferramenta de conteúdo social.

Identifique e nutra seus defensores nas mídias social.

A busca social prioriza o conteúdo que foi compartilhado por usuários e é importante compreender quem está partilhando o seu conteúdo e encontrar em formas de incentivar o comportamento.

Certifique-se de agradecer a seus evangelistas de mídias sociais e compartilhamento de conteúdo também.

#5. A pesquisa visual continua a crescer

Pinterest, Instagram, Tumblr, você está ouvindo esses nomes com bastante frequência hoje em dia e isso tem uma boa razão. De acordo com a comScore, os compradores que usam o Pinterest gastam mais dinheiro com mais frequência do que qualquer usuário de outra rede social.

Embora o conteúdo visual tenha uma grande vantagem no e-commerce e em empresas B2C, seus efeitos estão abrangendo todos os setores.

O Pinterest em particular começou a incentivar as empresas a alavancar a sua plataforma. Em novembro ele apresentou as contas empresariais e acrescentou uma série de novos serviços para ajudar a impulsionar o tráfego para o seu site.

Quando se trata de otimizar sua estratégia de marketing e motores visuais como o Pinterest, ajuda a começar com imagens claras e convincentes de seu conteúdo.

E isso também se estende a sites de redes sociais como o Facebook e o Google+ que também estão exibindo imagens com mais destaque do que nunca.

#6. O mobile está se tornando a principal maneira de acessar as mídias sociais

Segundo a Nielsen, o tempo gasto em aplicativos móveis vem aumentando 63% ano a ano no tempo gasto com mídia social. O mobile está rapidamente se tornando a principal maneira de consumir e interagir com o conteúdo.

Como resultado, nós estamos começando a ver as empresas considerando os dispositivos móveis como o meio primário de comunicação com seus clientes.

De websites responsivos, otimizados para dispositivos móveis, até coisas como geolocalização, as empresas estão começando a ficar de olho para maneiras que possibilitem um melhor consumo de conteúdo.

O que virá a seguir será fruto da criatividade de departamentos de marketing, mas o que sabemos é:

  • São muito mais do que smartphones. A otimização para o mobile precisa levar em conta todos os dispositivos que o consumidor utiliza, de telefones, tablets, para que seja realmente a próxima grande coisa; e
  • Tudo é sobre experiência. Enquanto suas ações no Facebook e Twitter podem ser facilmente consumidos no celular, o que acontece quando um usuário clica através do conteúdo que você compartilhou? O conteúdo é de fácil leitura?

Você não precisa ter todas as respostas imediatamente, mas manter um olhar atento para a forma que a sua empresa pode criar uma melhor experiência para os usuários é imprescindível.

E então, animado? O ritmo das mudanças pode fazer a cabeça girar algumas vezes, mas isso é exatamente o que torna um canal de marketing pioneiro.

Qual você acredita que será a maior oportunidade ou desafio no marketing de mídias sociais esse ano?

Este artigo foi adaptado do original, “6 Ways Social Media Marketing Is Changing (For The Better)”, do HubSpot.

Compreender as características de cada mídia e serviço é sempre o primeiro passo

O que toda a marca que usa alguma mídia social procura é se conectar com os seus consumidores, podendo variar se o objetivo é vender mais, se relacionar melhor ou ter mais contato com o público. Independente deste objetivo, quem trabalha e atua nesta área está sempre buscando a melhor forma de utilizar estas ferramentas.
A grande questão é que, quanto melhor você se adaptar ao serviço/mídia, mais proveito dele você vai poder tirar. Infelizmente, muitas empresas não tem entendido muito bem essa parte. Twitter é diferente de Orkut, que é diferente de Facebook e que por sua vez, adivinha, é diferente de Instagram,  que é diferente de Google+, ou seja, nunca é igual – por mais semelhante que pareça.
Então chega a hora de você parar e analisar as características dos serviços que você costuma utilizar com a sua marca, tentando aproveitar melhor o seu tempo investido neles. Vamos revisar alguns pontos:
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Quem é o seu público?

Uma pergunta chave, e completamente ignorada pela maioria. Você sabe quem é o seu público? Você sabe para quem você esta direcionando a sua mensagem? A maioria parece não saber. Apesar de a internet ser um local público, onde você pode acessar pessoas de todo o mundo, você será seguido e acompanhado – provavelmente – apenas por pessoas com interesse na sua marca. Se você vende carros, não adianta se comunicar como um adolescente no Facebook, não vai ajudar.
Adolescentes são diferentes de adultos, eles procuram coisas diferentes, compartilham coisas diferentes, interagem de forma diferente, ou seja, são diferente de várias formas. É seu trabalho compreender como eles interagem, como todos estes públicos afetam a sua presença dentro da rede social.
Se você não sabe quem é o seu público pare tudo que está fazendo e defina:
  1. Qual a faixa etária? (Crianças, Adolescente, Jovens, Jovens Adultos, Adultos, Idosos… ?)
  2. Qual o gênero? (Homens, Mulheres, Homossexuais, Ambos…?)
  3. Qual o poder aquisitivo? (Baixa Renda, Classe Média, Alta Renda, AA+…?)
  4. Quais as aspirações e objetivos de vida do seu público?
  5. Como o seu produto/serviço  influência na vida deles?
  6. Continue… quanto melhor definido, melhor.
  7. Crie os públicos secundários e terciários, aqueles que consomem por outras razões e/ou por influência de outras pessoas.
Depois de entender quem são as pessoas que você quer atingir, vamos as questões técnicas dos serviços.

Que tipo de publicações devo fazer? Textos, fotos, vídeos, imagens…?

Uma das primeiras coisas que você deve se perguntar é qual o melhor tipo de conteúdo que deve ser publicado no serviço que você está usando. Sabemos que o conteúdo que em geral tem um maior número de interações são as imagens, mas dependendo do seu público, opiniões e vídeos podem ser muito bem recebidos também.
Mantenha um controle extenso sobre as publicações, identifique quais são os conteúdos que geram maior interação e procure perceber a semelhança entre os mais populares, o que tornou eles mais atraente do que os outros? Foi alguma palavra que foi usada? Foi a forma como foi escrita? Foi alguma pessoa influente que participou?
De qualquer forma, procure sempre fazer uma mescla de publicações e observe as que lhe dão mais retorno. No caso de um blog, por exemplo, um texto prolongado pode custar mais tempo de produção e não fazer tanto sucesso nos primeiros dias, mas é um conteúdo com vida útil longa, podendo gerar frutos por bastante tempo. Já no Facebook, um texto poderá ser rapidamente esquecido, colocando em risco de ser apenas uma perda de tempo.

O meio que estou inserido possui características únicas?

Enquanto você estiver pesquisando quais os conteúdos que chamam mais atenção dentro da rede social você provavelmente começara a notar padrões de linguagem, tais como o uso de #hashtag no Twitter, tipos de imagens que são muito compartilhadas no Facebook e quais o filtros e tipos de fotos que as pessoas buscam com mais frequência no Instagram.
Está etapa esta ligada diretamente as anteriores, pois além das características globais de cada ferramenta, também haverão característica dentro do grupo que você busca atingir. Adolescente compartilham mais fotos do que textos, isto é uma característica global, mas talvez dentro do público que você esteja querendo atingir os links são muito fortes também.
Procure se informar, tente compreender os padrões de comportamento.

Por quê? Por quê? E por quê?

Nestes momentos devemos voltar aos nossos 8 anos de idade e transformar tudo o que vemos em um grande ponto de interrogação… Por quê? Tudo que ocorre tem uma explicação, tem um porquê. Tudo que é compartilhado, foi compartilhado por alguma razão. A forma como as pessoas compartilha ocorre por alguma razão.
Procure se perguntar sobre todas as questões possíveis, entendo porque as pessoas se comportam daquele jeito vai aproximar muito mais a sua comunicação delas. Se você entender porque aquele público se comporta daquela forma, você com certeza saberá como se comportar daquela forma também.

As características de um não servem para outro.

Não se esqueça de que mesmo sendo apenas um público, ele poderá usar diferentes ferramentas de diferentes formas, portanto, esteja sempre atento e procure se informar como cada um dos pontos levantados anteriormente se encaixa no seu público em cada uma das ferramentas que eles estão presentes.

Aprenda com o erro dos outros

Errar é humano, mas aproveite para aprender sobre o erro dos outros para evitar que você cometa os mesmo. Entender as características de cada mídia é evitar coisas estúpidas, como colocar em um anúncio o QrCode que leva para um site não otimizado para dispositivos móveis (ou mesmo um site em Flash, que é ainda pior).
Preste atenção no que os outros estão fazendo, perceba o que estão fazendo de melhor (e adapte para sua realidade) e perceba o que estão fazendo de pior (e evite fazer o mesmo).

Também para o mundo offline, não se esqueça!

É importante lembrar que estas mesmas perguntas servem também para qualquer “mídia tradicional”, seja um anúncio no jornal ou 30″ em rede nacional. Entender como aquela mídia funciona é essencial para desenvolver um bom anúncio.
Fonte: midiatismo